Meio de expressão


Semana passada, sexta feira, dia 18/04 recebi uma das maiores provas de amor que nunca nem poderia esperar.. meu amor, meu marido fez uma tatuagem do meu rosto em sua perna. Sensação estranha ver seu rosto tatuado na pele de outra pessoa.. tão definitivo quanto sabemos ser o nosso sentimento um pelo outro... Se persistir no erro é burrice, desta vez não foi um erro, já valeu a pena!

Escrito por Carolina às 15h39
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Você vai entrar pela porta que eu deixei entreaberta, há uma hora que eu não descolo os olhos na luz de neon do hall que se filtra como um prenuncio da tua chegada. Antes de você chegar já chega como uma nuvem que vem na frente, antes de você chegar eu ouço tua ansiedade vindo, tua luz, teu som nas ruas, teu coração batendo mais forte porque vai me encontrar... Eu sei que minha presença te fará nervosa, tuas mãos ficam úmidas, seu que você se arrumou melhor para me ver, sabe dos vestidos que eu gosto, botou uma calcinha sexy por via das duvidas, eu sei que você sabe que eu sei de tudo que você era e que teu único tesouro e o tudo que eu não sei mais... por isso, teu peito dispara e você vem vindo pela rua sem ar, e você vem e você chega e entra quebrando o realismo da sala, quando você entra muda tudo, a casa fica diferente, as cadeiras se movem, os vasos de rosa voam no ar, as mesas rodam, rodam e eu começo a perder o controle da minha solidão, sozinho eu me seguro, mas você chega e eu danço, pois você sabe de mil truques para me jogar no abismo.... você chega e o terrível perigo do Outro se desenha, você e um ponto de interrogação, uma janela aberta para o ar, um copo de veneno, você e meu medo, o mar fica em ressaca, fico a beira do riso e das lagrimas, perto do céu e do crime, um relógio de briga começa a contar os segundos de luta, uma multidão de fantasmas de terno e gravata me assiste com o coração sangrando, perco o controle e entramos os dois num barco em alto mar, a deriva....
 
Você me chamou pelo telefone. Não te vejo ha. dois meses... 5 anos juntos e agora sem te ver... pela tua voz ao telefone sei  você esta controlando uma educai, querendo bancar o homem seguro de si... e fico desesperada porque mesmo assim você consegue fingir solidez e eu... e eu ao houver sua voz o mundo se acalma... tudo estava rodando e se acalma, minha casa estava cheia de perigos, as facas, os garfos me ameaçavam das gavetas, as agulhas, os remédios envenenados, os mosquitos e bichos voando querendo me atacar e tua voz vem calma no telefone e eu sei que e mentira, que você vive em pânico mas eu fico toda emocionada, fico toda menina, toda protegida com o falso tom de bondade sórdida que tua pose de homem pratico assume... e tua vem do mundo dos altos, dos fortes, e eu, mesmo sabendo que esta paz me oferece, me arrumei toda para vir aqui ver você... penteei os cabelos negros que você ama, me pintei e então... tudo que se movia na casa se acalmou...

 

Trecho do livro ¨Eu sei que vou te amar¨de Arnaldo Jabor



Escrito por Carolina às 10h20
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Saudade do Charles Charlatão..

o que tenaqui??

espero que ele possa repetir esse personagem no terça insana!!!



Escrito por Carolina às 12h57
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Queridas Pessoas,

 

Imagino que a maioria das pessoas consiga ser agradável, educada, cordial... Com pessoas estranhas ou pouco conhecidas.

E muitas vezes esquecemos as pessoas que realmente importam para nós: marido, esposa, filhos, pais, amigos, tratando-os com frieza, com indelicadeza.

Esquecemos a importância e o poder de um SORRISO e preferimos a cara fechada.

 

Porém, como qualquer Ser Humano, estas pessoas queridas necessitam de carícias, de reconhecimentos, de atenção.

Ou será que você se julgua tão importante que estas pessoas têm obrigação de aturar antipatias, grosserias e mau humor a vida inteira?

 

É bom lembrar que o amor é de graça, não tem preço.

E o mais importante – somente o AMOR mantém o AMOR.

 

Tadashi Kadomoto



Escrito por Carolina às 12h08
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Escrito por Carolina às 13h41
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Durante um seminário para casais,
perguntaram à esposa:

"seu marido lhe faz feliz ?";
"ele lhe faz feliz de verdade ?"

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança.
Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, sua esposa lhe respondeu com um "Não",bem redondo...
Não, não me faz feliz".
Neste momento,o marido já procurava a porta de saída mais próxima quando veio a conclusão da resposta.
"Não me faz feliz...Eu sou feliz".
"O fato de eu ser feliz ou não,não depende dele e sim de mim."

E continuou dizendo:
"Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade."
Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida; pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente. O ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres, etc.

E assim poderia citar uma lista interminável.
Às demais coisas eu chamo "experiências"; esqueço-me das experiências passageiras e vivo as que são eternas; amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Lembro-me de viver de modo eterno.
Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas como esta:
"Você é feliz no seu casamento?" ou "Você é feliz?", gosto de responder com apenas uma frase, como se esta fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse a chave de toda a felicidade, de todo matrimônio e de toda vida humana; gosto de responder com aquela velha e famosa frase que ainda não conseguimos compreender:

"A felicidade está centrada em mim".

Há pessoas que dizem:
"Hoje não posso ser feliz porque estou doente,
porque não tenho dinheiro,
porque faz muito calor,
porque alguém me insultou,
porque alguém deixou de me amar,
porque alguém não soube me dar valor..."

SEJA FELIZ ,
mesmo que faça calor,
mesmo que esteja doente,
mesmo que não tenha dinheiro,
mesmo que alguém tenha lhe machucado,
mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

SEJA FELIZ .

Sempre .

Tempus Fugit, Carpe diem!
(O tempo foge, colha o dia! )



Escrito por Carolina às 14h21
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Quando eu era criança... eu costumava acreditar em muito mais coisas do que acredito hoje em dia. E, principalmente, em muitas mais e mais nas pessoas também. Acreditava que certas coisas simplesmente seriam. Achava que eu encontraria alguém com quem eu quisesse feliz todo dia e ficar junto pelo resto da minha vida e que, depois de uma certa idade, simplesmente seria tudo Bom, sem problemas.
Eu, quando era criança,  me via com filhos, porque o tal com quem eu ficaria o resto da minha vida não viria tão tarde, já pelos trinta e poucos anos.
Quando eu era criança gostava menos de chocolate do que gosto hoje e naquela época eu ganhava vários ovos de páscoa.
Quando eu era criança eu tinha amava os artistas, especialmente a Xuxa. E super heróis,dois, diga-se de passagem, já que sempre fui meio exagerada. Uma amiga para curar os males do coração e avós para todos os outros males.
Quando era eu criança, bastava um picolé ou alguns doces, uma amiga passando a tarde na rua, que eu me divertia cantando e brincando de coisas que hoje são pré históricas.
Quando eu era criança, achava que a vida de adulto era; e pronto. Era como se depois de uma certa idade, a gente já fosse tudo o que tivesse vindo pra ser e assim ficava ad infinitum [ou até morrer, bem velhinha].
O tempo foi passando e eu vi que não era bem assim.
Cresci um tico, virei adolescente. Tive o primeiro namorado, que não foi um namorado e provocou crise familiar que carrego até hoje. A primeira vez. E veio a lucidez. A lucidez que a gente não pode simplesmente se deixar levar. Quis ver o mundo, saber como era lá fora. Viajei, aí vi que sentia uma falta filhadaputa da família toda da qual eu vivia reclamando e que tinha raízes firmes e sólidas. Comecei a ter uma sede grande e insaciável de saber mais sobre as possibilidades. Graças à algum santo forte, à educação que recebi ou sei lá ao quê [porque tem umas coisas na vida que a gente não entende porque acontecem mesmo], nunca quis experimentar o caminho do mal, drogas nem sexo fortuito - mas já experimentei coisa à beça. Um quase marido, meia-dúzia de namorados que valham menção, técnico, faculdade,  pós, alguns amigos para efeito de porta-retratos, outros que fiz para toda uma vida. Aprendi que as pessoas são como são, provavelmente o melhor que podem ser. E estou aprendendo a escolher quem eu quero comigo e quem não quero não. Não posso dizer que experimentei filho, porque filho não se experimenta e porque ainda não tenho.
Cresci falando muito, confiando muito, apostando muito, amando muito. Levei um monte de tombos e ainda não estou totalmente vacinada. Que bom! É um sinal que apesar de todas as intempéries a que estamos sujeitos nessa vida, em muita coisa eu continuo acreditando.
Briguei com o mundo para quebrar a cara, machuquei pessoas por ter quebrado a cara. Aprendi que meus pais e minha irmã são dádivas e que a educação que recebi, os valores que tenham não são comuns como imaginava.
Que sou muito mais careta qdo que gostaria e do que a marioria pensa.
O tempo me deu uma certa cautela, sonhos diferentes e muitas conquistas. E devo à criança que fui um muito obrigada por ter me empurrado direta ou indiretamente à cada uma delas, que cada vez ganham sabores mais refinados [embora num outro timing e com uma logística muito mais complexa].
À criança que fui, devo um muito obrigada - por ter me feito seguir perguntando, duvidando de mim - e mudando de idéia.
E só pude ser essa criança graça a meus avós e a meus pais.
Provavelmente quebrarei muitas vezes a cara, e posso ferir quem mais me ama...por ferir a mim mesma, mas sei que minha raiz é profunda e por mais que possa ir pro chão me reergo novamente graças a ela.
Obrigada!!!


Escrito por Carolina às 10h46
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Se você me disser pra onde ir, eu concordo em dizer obrigado,
eu concordo em dizer a verdade.

Eu lhe beijo com a chuva nos olhos
eu suporto os seus sonhos tão simples
e entendo os seus leves enganos.
E eu ouso dizer que te amo.
Eu estou com um sorriso mais preciso, venha sem a tristeza séria dos maridos e a indiscrição dos sentidos.
Com um cabelo mais cumprido com a certeza certa dos antigos
e a imperfeição, imperfeição dos amigos.
Eu ando sob um céu diferente.

Então perca o seu juízo, perca um pouco o seu valor em qualquer coisa sem valor, vá, pense em me jogar em qualquer precípicio,
qualquer beijo ou prejuízo que eu deixar,
está perdoado até você receber a notícia de que eu sou a malícia do seu ar, lá em nossa casa, onde o amor está.
"

(Violins) com adaptações minhas...


Escrito por Carolina às 12h58
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" Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe.

Meu coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas, imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento sopra.

Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.Meu coração é um ideograma desenhado a tinta lavável em papel de seda onde caiu uma gota d’água. Olhado assim, de cima, pode ser Wu Wang, a Inocência. Mas tão manchado que talvez seja Ming I, o Obscurecimento da Luz. Ou qualquer um, ou qualquer outro: indecifrável.

Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.

Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês baratos, centauros gays e virgens loucas de todos os sexos.

Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo.

Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se p6os. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais.

Meu coração é um anjo de pedra de asa quebrada.

Meu coração é um bar de uma única mesa, debruçado sobre a qual um único bêbado bebe um único copo de bourbon, contemplado por um único garçom. Ao fundo, Tom Waits geme um único verso arranhado. Rouco, louco.Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.

Meu coração é uma sala inglesa com paredes cobertas por papel de florzinhas miúdas. Lareira acesa, poltronas fundas, macias, quadros com gramados verdes e casas pacíficas cobertas de hera. Sobre a renda branca da toalha de mesa, o chá repousa em porcelana da China. No livro aberto ao lado, alguém sublinhou um verso de Sylvia Plath: "Im too pure for you or anyone". Não há ninguém nessa sala de janelas fechadas.

Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês.

Meu coração é um deserto nuclear varrido por ventos radiativos.

Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro.

Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam destruindo tudo.

Meu coração é uma planta carnívora morta de fome. Meu coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando um fado lento e cheia de gemidos - ai de mim! ai, ai de mim!

Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também.Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso.

Acesa, aceso - vasto, vivo: meu coração é teu."

(Caio Fernando Abreu)

Escrito por Carolina às 11h33
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Um Profundo Olhar!

O olhar que atravessa a Essência,
Que 'domina',
Que contagia,
Que revela experiência.

Um profundo olhar,
Que enxerga além das aparências,
Descarta o 'profano',
Envolve o Sagrado,
Sabe amar, e ser amado!

Observador, analítico...
Nada crítico!
Recolhe-se em silêncio  quando algo percebe,
Não espalha o defeito do outro,
É aberto, receptivo, sabe que é um breve momento,
Onde  se confundem medos, e incute novos ensinamentos.

Um profundo olhar,
Seguro de si,
Enxerga além do horizonte,
Brilha intensamente,
Mais e mais a cada instante!

A sabedoria silenciosa o conduz,
O amor envolve o seu Ser,
Desejando ao outro,
Somente o Bem Querer!

Um profundo olhar,
Marcante,
Insinuante,
Sedutor,
Envolvente,
Inteiro,
Verdadeiro...

Com a Alma despida,
Em contrapartida,
É forte em si mesmo,
Pois neste profundo olhar...
Está a segurança de no outro Estar!

Autoria
Gênice Suavi

Escrito por Carolina às 10h50
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Escrito por Carolina às 16h00
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Você se preparou para viver o dia de hoje?


As coisas mais importantes da vida somente são valorizadas depois que passam ou se as perdem.

A saúde, o sono, a razão, os fenômenos digestivos, os órgãos dos sentidos, os movimentos, são tesouros colocados por Deus a seu serviço.

Portanto, cuidado com esses tesouros.

Está disposto a recomeçar hoje aquele projeto que fracassou ontem?

O aparente fracasso é a forma pela qual a divindade ensina você a corrigir a sua maneira de atuar, facultando-lhe repetir a experiência com mais sabedoria.

A vida é constituída de lições que se repetem até se fixarem corretamente.

Hoje você tem problemas para resolver que parecem insolúveis?

Considere o seguinte:

Primeiro: ninguém vai resolvê-los por você.

Segundo: você só vai resolvê-los se se dispuser a enfrentá-los.

Terceiro: é preciso equacionar os seus problemas, um de cada vez, até resolvê-los todos.

Quarto: não sobrecarregue os outros com as suas queixas, reclamações e problemas.

Você sentiu uma ponta de mau humor hoje?

Lembre-se: a irritação é o "espinho" cravado nas "carnes" da emoção, que deve ser retirado.

Quanto mais permanece, mais piora o estado de quem o conduz, gerando "infecções" duradouras e perniciosas.

Está na iminência de se desesperar?

Lembre-se, ainda:

O homem deve treinar coragem e resignação. Sem esses valores ele permanece criança espiritual.

Deixe-se conduzir pelas ocorrências que não pode mudar, e altere com amor aquelas que irão lhe beneficiar.

Deus é Pai misericordioso e vela por você.

Você se exercitou para o perdoar hoje?

O perdão real é sempre acompanhado pelo esquecimento do mal recebido. Quem guarda rancor, coleciona lixo moral.

Você já abraçou seu filho hoje, dizendo-lhe o quanto o ama?

Eles necessitam de oportunidade e de amor para alcançar o triunfo. Abençoa o seu filho com as suas palavras e conduta, fazendo-se amigo dele em todas as situações.

Você já orou hoje?

Não desconsidere o valor da oração. O corpo necessita de alimento adequado para manter-se. Assim também o espírito, que é a fonte de vitalização da matéria.

Na prática, você é o senhor da sua cabeça e do seu dia. Você decide como gostaria que hoje fosse.

Decida e trabalhe por isso. Quem quer faz, não manda fazer.

A água não ocupa mais espaço do que realmente necessita. Por isso equivale à moderação.

Nesses dias agitados, a angústia caminha com o homem disfarçada de medo, de ansiedade, de sentimento de culpa.

Naturalmente, as pressões a que todos estamos sujeitos respondem por tal situação.

A ansiedade pelo prazer exorbitante frustra; os fatores agressivos amedrontam, e a timidez encontra uma forma de levar ao complexo de autopunição.

Afaste da mente esses fantasmas responsáveis por males inumeráveis.

Você é filho de Deus, por ele amado, protegido e abençoado.

Não se afaste de suas leis e se se enganar em alguma ocasião, ao invés de se entregar a conflitos desnecessários, retorna ao caminho do dever, sem receio algum.

Lembre-se sempre da afirmativa de Jesus: "eu sou o caminho, a verdade e a vida." Lembre-se, ainda: hoje é o dia! O seu dia!

Pense nisso!

Muitas enfermidades do corpo procedem do espírito danificado pelos conflitos da emoção ou pelo ácido das imperfeições morais.

Não bastará dormir, dar descanso ao corpo, se você permanecer emocionalmente inquieto, ansioso!

Pense nisso e aproveite bem o dia de hoje, que é o seu dia

Escrito por Carolina às 13h40
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O casamento da minha irmã.

 

Minha irmã mais nova casará quarta feira dia 06/06. Eu deveria estar muito feliz com isso, pois ela esta realizando um sonho, ama o noivo e o casamento realmente será um dia de sonho para ela.

Mas, pode parecer egoismo, mas o meu sentimento é de perda, parece que um pedaço da minha vida esta acabando, um pedaço doce, que talvez ja não existisse, mas com o fato do casamento, parece realmente chegado ao fim.

Ficar na rua atá a hora do pai chegar, as brigas, as artes, as palmadas, nossa infância. minha irmã pequena, me imitando, minha irmã adolescente, detonando com os gatinhos, minha irma adulta e solteira, chata e pegando no meu pé, minha irmã se formando, tomando conta do escritorio do meu pai, 100% responsável, brava que a familia toda tem medo pela atitude sempre correta e conservadora, minha irmã conhecendo o Rafael, se apaixonando, o cú entrando pra familia, marcando o casamento... pois é .. é quarta feira, e minha pequena, vai se casar.

Minhas opiniões e conceitos não contam nesse momento, minhas experiências não podem ser espelho para ela e para ninguém, mas acho que esse egoismo de não querer que ela se casasse agora é medo de que ela sofra qualquer decepção. Sabe, eu sopu uma banana no que se refere a minha vida, mas quando é com minha familia o ¨Odair¨da Fabi aparece em minha personalidade, tira o pau e põe na mesa!

como o que não tem solução, solucionado está, como não posso evitar que ela se machuque, o jeito é pensar, ela esta realizando um grande sonho e tentar não desmaiar na quarta feira quando ela entrar de braços dados com meu pai, e nem iventar um sequestro relampago para sumir com ela e não deixá-la ¨ir embora¨, apesar que na verdade ja foi e só hoje cai a ficha. Que ela seja feliz!!!



Escrito por Carolina às 15h55
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DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho nascido em 30/07/1906 e
falecido em 05/05/1994 )

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as
imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria,
e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o
apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de
sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre."


Escrito por Carolina às 09h27
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As alças da mente

De Rosana Hermann

O pensamento pode voar, mas a mente gosta mesmo é de uma prisão. A mente gosta de prender-se voluntariamente a tudo o que não muda, ao que permanece, o que se repete e ao que é sempre igual. Por isso a mente adora lembranças e memórias. Porque o passado já passou e não pode ser mais mudado. O passado é permanente. A mente acha isso o máximo. É como administrar uma empresa onde nada pode dar errado. O medo da mente é justamente este, administrar imprevistos.

Outra coisa que a mente ama de paixão é o padrão, porque como o nome já diz, o padrão não muda. Um metro, uma hora, o mesmo caminho para o trabalho, voltar ao mesmo restaurante e sentar na mesma mesa, são padrões que toda mente humana gosta de repetir.  Ah, que prazer que a mente sente quando a bunda senta na mesma cadeira que sentou na aula anterior.

A repetição dá segurança, porque cria a falsa ilusão de que nada vai mudar. E se nada mudar, nada de ruim poderá acontecer. Tudo será igual, com o mesmo final feliz, como antes. Crianças adoram ver filmes mil vezes porque se sentem seguras porque podem antecipar as próximas cenas (se na vida fosse assim...) e porque têm certeza de como a história terminará. Já as mentes adultas, especialmente as obsessivas em qualquer grau, adoram a matemática. A matemática é a única ciência exata e imutável. Enquanto a física e química, a biologia, por exemplo, estão sujeitas a variáveis da vida real, a matemática continua igual. Daí o fato de que toda mente obsessiva gosta de contar, manipular números. As contas são sempre exatas, não mudam. E se você contar todos os passos e chegar direitinho à padaria com seus mil passos, então, podemos concluir que sua mãe não vai morrer e nada vai dar errado no seu dia. Certo? Errado.

Errado porque a mente vive num mundo irreal. Mundo da mente é como caspa, só existe na sua cabeça. Tudo é maia, ilusão. E, com perdão do excesso de realidade fisiológica, o mundo está cagando e andando pras suas ilusões mentais. Como o mundo já provou, uma batida de asas de borboleta na África pode influenciar mais a ocorrência de um tsunami na Ásia do que sua contagem de azulejos no banheiro. Porque a borboleta é real e seu pensamento, não.

O problema é que a mente não quer nem saber disso e provavelmente, muitas já terão abandonado este texto nas primeiras linhas. Espertas, porque sabem que vou contar um segredo sobre elas: a mente fabrica alças. Sim, alças, onde ela, a mente, possa de apegar. Uma alça, como aquele putaqueopariu do carro, onde a gente segura a vida quando o motorista não é de confiança.Como o santoantonio dos jipes. A alça pode ser um nome, um amuleto, uma mania, uma repetição qualquer. A mente é chata, mas criativa e assim, inventou, a alça-sem-mala. Nesta alça ela se apega até a morte. É uma crença, um dogma, uma frase feita, um chavão, lugar-comum. “Angélica ficou mais bonita depois que teve filho”. “Vaso ruim não quebra”. “Jesus voltará”. Qualquer alça é boa pra mente. “A cadeia é a universidade do crime”, “Direitúzú Mano só tem bandidu”. Se a mente se acha fraca, ela inventa uma alça pra se sentir forte, tipo “Sou feia, mas to na moda”. A mente inventa que se a pessoa perder dez quilos ela vai ser feliz e tudo vai dar certo na vida. Troca nomenclaturas, pra se sentir por cima. Porque uma coisa é dizer que você tem TOC e outra coisa é assumir que você é um obsessivo chato que ninguém agüenta conviver a seu lado e por isso você precisa de tratamento sério com remédio e tudo mais.

A mente inventa alças pra não cair em si. Mas cair em si é a única forma de tomar consciência, primeiro passo para melhorar. Portanto, remova todas as alças. Caia. Caia em si. Tá gorda? Tá gorda. Então, vamos emagracer. Tá infeliz? Sai dessa, viva a vida, aproveite. Tá duro? ‘Bora ganhar dinheiro.

Só não fique aí, com essa cara de passageiro do circular da eternidade, vendo a vida passar na fresta da janelinha de um puta ônibus cheio, segurando firme na alça do medo que você tem dar o sinal e descer para a liberdade do imprevisível



Escrito por Carolina às 09h28
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